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5.12.10

MS Windows vai completar 25 anos

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

O Windows 1.0 era uma tosca interface gráfica que rodava sobre o MS-DOS. Quase ninguém o usou. Mas foi o início do mais bem sucedido sistema operacional para computadores pessoais de todos os tempos.

Um quarto de século depois daquela versão inicial, o Windows é a origem de 91% dos acessos à internet. É um número que fala por si. Mas voltemos à versão 1.0. Ela começou a ser vendida em 20 de novembro de 1985, dois anos depois de Bill Gates ter feito um primeiro anúncio sobre o produto. É bom observar que aquele primeiro anúncio aconteceu antes do lançamento do Macintosh — mas depois do Lisa, o primeiro e fracassado computador com interface gráfica da Apple.

O Windows 1.0 vinha em disquetes de 360 KB. Era preciso ter o MS-DOS para instalá-lo, já que a interface gráfica funcionava como extensão desse sistema operacional. Foi a primeira tentativa da Microsoft de implantar um ambiente operacional multitarefa com interface gráfica nos PCs. No Windows 1.0, vários aplicativos podiam ser abertos ao mesmo tempo, mas as janelas só podiam ser vistas lado a lado. Somente as caixas de diálogo podiam se sobrepor a outras janelas. Diz a lenda que essa restrição era intencional. Seria uma maneira de evitar acusações de que a interface do Windows era uma cópia da do Macintosh. Como sabemos, a precaução foi inútil, já que as acusações vieram assim mesmo.

Em 1985, como não havia, ainda, aplicativos feitos especialmente para o Windows, rodavam-se os programas criados para o MS-DOS. Aliás, a falta de bons aplicativos foi uma das razões porque o Windows não teve sucesso no início. Ainda demoraria cinco anos até o Windows cair no gosto dos usuários.

23.11.10

MS Windows vai completar 25 anos

Windows 1.0: a interface era multitarefa, mas os programas só podiam ser abertos lado a lado

O Windows 1.0 era uma tosca interface gráfica que rodava sobre o MS-DOS. Quase ninguém o usou. Mas foi o início do mais bem sucedido sistema operacional para computadores pessoais de todos os tempos.

Um quarto de século depois daquela versão inicial, o Windows é a origem de 91% dos acessos à internet. É um número que fala por si. Mas voltemos à versão 1.0. Ela começou a ser vendida em 20 de novembro de 1985, dois anos depois de Bill Gates ter feito um primeiro anúncio sobre o produto. É bom observar que aquele primeiro anúncio aconteceu antes do lançamento do Macintosh — mas depois do Lisa, o primeiro e fracassado computador com interface gráfica da Apple.

O Windows 1.0 vinha em disquetes de 360 KB. Era preciso ter o MS-DOS para instalá-lo, já que a interface gráfica funcionava como extensão desse sistema operacional. Foi a primeira tentativa da Microsoft de implantar um ambiente operacional multitarefa com interface gráfica nos PCs. No Windows 1.0, vários aplicativos podiam ser abertos ao mesmo tempo, mas as janelas só podiam ser vistas lado a lado. Somente as caixas de diálogo podiam se sobrepor a outras janelas. Diz a lenda que essa restrição era intencional. Seria uma maneira de evitar acusações de que a interface do Windows era uma cópia da do Macintosh. Como sabemos, a precaução foi inútil, já que as acusações vieram assim mesmo.

Em 1985, como não havia, ainda, aplicativos feitos especialmente para o Windows, rodavam-se os programas criados para o MS-DOS. Aliás, a falta de bons aplicativos foi uma das razões porque o Windows não teve sucesso no início. Ainda demoraria cinco anos até o Windows cair no gosto dos usuários.

1.4.10

Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


Funcionários da Microsoft adoram o iPhone


Windows Phone 7: o novo sistema operacional, que está sendo demonstrado nesta semana em Las Vegas, é a esperança da Microsoft contra o iPhone

A direção da Microsoft fez uma constatação embaraçosa: um em cada dez empregados da empresa prefere o smartphone da Apple, em vez do Windows Phone.

Segundo o jornal americano Wall Street Journal, no ano passado, quase 10.000 usuários de iPhone estavam acessando o correio eletrônico interno da Microsoft. Isso equivale a 10% dos empregados da empresa. Muitos desses funcionários escondem seus iPhones durante o trabalho, especialmente quando estão na presença do chefe. Alguns chegam a cobri-los com capinhas que dificultam a identificação. A presença dos celulares da concorrência tornou-se embaraçosa em Redmond e virou até assunto de reuniões da diretoria. É como se os empregados da Coca-Cola bebessem Pepsi no local de trabalho. Numa dessas reuniões, Steve Ballmer manifestou seu desagrado. Ele disse que, quando era criança, seu pai trabalhava na Ford, e os carros da sua família eram todos Ford.

Alguns softies parecem ter entendido o recado há bastante tempo. Steve Elop, presidente da divisão de negócios da Microsoft, costumava usar um iPhone antes de ser contratado por Ballmer, em 2008. Quando chegou a Redmond, ele prontamente trocou o celular da Apple por um com Windows Mobile. Numa cerimônia pública, Elop colocou o iPhone num liquidificador industrial e ligou o aparelho, transformando o celular em pedacinhos.

A Apple, aparentemente, não tem esse tipo de problema. Não há notícia de que alguém tenha sido visto com um Windows Phone em sua sede em Cupertino, na Califórnia. Há duas razões para isso. A primeira é que a maioria das pessoas considera o iPhone mais atraente que os concorrentes. O enorme sucesso do aparelho da Apple, que conquistou 25% do mercado americano em apenas dois anos e meio, confirma isso. A segunda razão é que a Apple não costuma ser tolerante nesses assuntos. Não demoraria muito até que alguém usando Windows Phone, Blackberry ou Android perdesse seu emprego em Cupertino.

O Wall Street Journal conta que, no início de 2009, a Microsoft alterou sua política de reembolso de despesas com celular. Elas passaram a ser pagas apenas se o funcionário usar Windows Mobile. Mas isso não foi o bastante. Agora, a esperança de reverter essa embaraçosa situação concentra-se no Windows Phone 7 Series. O novo sistema operacional está sendo demonstrado nesta semana no evento MIX10, em Las Vegas. Inspirado no player multimídia Zune e no console para jogos Xbox, o Windows Phone 7 será, espera-se, muito mais divertido que seu antecessor. Mas os celulares com o novo sistema só chegam no último trimestre deste ano. Até lá, talvez a Microsoft tenha de engolir algumas maçãs.


HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

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