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1.5.10

Adobe diz que argumentos de Jobs são falsos

Depois das justificativas de Steve Jobs contra o uso do Flash em seus dispositivos móveis, o CEO da Adobe, Shantanu Narayen, defendeu sua plataforma declarando que a Apple está preocupada com a pluralidade de sua aplicação.

Em entrevista para o jornal The Wall Street Journal, Narayen disse que o ataque contra sua empresa é justificado porque seu software de aplicações, Creative Suite, foi projetado para trabalhar em várias plataformas, e não de modo exclusivo, como Jobs gostaria.

Expondo ter uma “diferente visão de mundo", “multiplataforma”, Narayen afirmou, na conversa, que essa restrição da Apple será embaraçosa para os desenvolvedores que estão criando produtos para muitos dispositivos, pois, muito provavelmente, eles terão um trabalho dobrado: um fluxo para a Apple e outro para as demais plataformas.

Para o CEO da Adobe, todos os argumentos expostos pelo co-fundador da Apple não passaram de “uma cortina de fumaça” para encobrir as verdadeiras razões.

“Não tem nada a ver com tecnologia”, disse o chefe da Adobe ao jornal, refutando os argumentos de que o Flash é a causa do SO da Apple travar e que consumiria muito mais bateria do que qualquer outra aplicação.

Segundo Narayen, mais de cem aplicações que usaram a nova versão software da Adobe – que previa uma adaptação para os dispositivos móveis da Apple - foram aceitas pela App Store, antes da empresa decidir restringir a linguagem de licenciamento.

Quando questionado sobre a afirmação de que a Adobe, de acordo com as palavras de Jobs, seria uma plataforma fechada, Narayen deu risada e disse que o argumento “é divertido”. E completou: “Flash é uma especificação aberta”.

Adobe não concorda com argumentos de Steve Jobs contra o Flash: batalha das companhias continua por todas as mídias

Já no fim da conversa, mesmo com sentimento de rivalidade, Narayen expôs que acha o iPad uma grande inovação e uma boa primeira geração de tablet. Diz, no entanto, que a “Adobe está, de fato, trabalhando com dezenas de projetos de tablets com outras empresas”.


1.4.10

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

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