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3.4.11

Firefox 4 tem maior aceitação que IE9

O Firefox 4, navegador da Mozilla, tem superado o Internet Explorer 9, da Microsoft, na aceitação dos usuários.

De acordo com as estatísticas da Net Applications, o Firefox 4 já é responsável por 1,7% do tráfego mundial da internet. O IE9 tem cerca de 1%. Os dois navegadores foram lançados no mês passado.

Os números mostram que a maioria dos internautas não adotou as novas versões dos navegadores. Contudo, eles devem migrar em breve, já que a Mozilla e a Microsoft planejam liberar, via updates automáticos, os dois browsers para seus usuários. Por enquanto, os dois programas só podem ser baixados manualmente.

O Firefox, no entanto, leva vantagem na guerra dos navegadores, segundo os dados da Net Applications. Ele funciona em todas as versões do Windows, incluindo o XP - sistema operacional que ainda é usado por cerca de 50% dos internautas do mundo. O Internet Explorer 9, por sua vez, só roda no Vista e no Windows 7..

Guerra dos browsers

Atualmente, o Internet Explorer (contando todas as suas versões) é o navegador mais usado do mundo, com 55,9% do mercado. Contudo, o número deve cair um pouco, por causa da incompatibilidade do IE9 com o Windows XP. Mas a queda não será capaz de abalar o domínio da família IE.

O Firefox mantém a segunda colocação do mercado: é usado hoje por 21,8% dos internautas. Ele deverá ser um dos beneficiados pela queda do IE9, diz a pesquisa da Net Applications, mas não o único. Quem deve absorver os descontentes com o IE é a dupla Google Chrome e Safari. Os dois navegadores que têm, respectivamente, 11,6% e 6,6% do mercado, estão em ascensão e ganhando cada vez mais adeptos – enquanto o Firefox recentemente registrou de uma queda de usuários.

Firefox 4 tem maior aceitação que IE9
Firefox 4 funciona no XP e por isso tem tido melhor desempenho que o IE9 na guerra dos navegadores






14.3.11

Arquivo de Albert Einstein estará na internet

O arquivo de Albert Einstein será digitalizado e disponibilizado na Internet dentro de um ano, informou nesta segunda-feira a Universidade Hebraica de Jerusalém. Einstein, que morreu em 1955, deixou seus arquivos em herança para a universidade, da qual ele foi um dos co-fundadores. O arquivo contém mais de 80 mil documentos do cientista judeu, nascido na Alemanha, considerado o pai da física moderna.

"É a coleção mais importante de seus documentos e uma coleção importante da história do século 20", disse Roni Grosz, diretor do Arquivo Albert Einstein, da Universidade Hebraica.
A universidade disse que a coleção, que inclui cadernos de pesquisa, correspondência com colegas e amigos e artigos que Einstein fez nas áreas da ciência, filosofia e política, seria disponibilizado em um site público que a instituição está criando.

Arquivo de Albert Einstein estará na internet
Albert Einstein, em 1921. Arquivo do cientista será digitalizado e disponibilizado na web


1.4.10

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

Microsoft contra-ataca Google nos tribunais

Google: a Microsoft e outros rivais querem ver o circo pegar fogo

Depois de mais de uma década defendendo-se de processos antimonopólio, a Microsoft processa o Google por abuso de monopólio.

O novo processo antimonopólio vem sendo movido na Comissão Europeia, a mesma que obrigou a Microsoft a oferecer os browsers dos concorrentes junto com o Windows. A Comissão está investigando o Google por práticas comerciais ilegais na área de buscas. Os acusadores são o comparador de preços britânico Foundem, o serviço de buscas jurídicas francês ejustice.fr e o Ciao! from Bing, site de pesquisa de preços que pertence à Microsoft.

No caso do Foundem e do ejustice, a reclamação é que os resultados das buscas do Google não listam esses sites, ou listam numa posição muito baixa no ranking. Segundo essas empresas, o Google estaria filtrando os resultados para prejudicá-las. “O Google sempre usou filtros para remover certos sites dos resultados. Essa penalidade era reservada a sites de spam ou aqueles que tentavam burlar os algoritmos do Google. Mas, agora, cada vez mais serviços de busca perfeitamente legítimos são excluídos”, afirma a Foundem.

Dave Heiner, vice-presidente da Microsoft, é cauteloso ao falar sobre o assunto. Ele diz que a empresa continua defendendo o princípio de que um concorrente não deve ser punido só porque está ganhando a briga. “Nossa reclamação se refere apenas às práticas do Google (como o Google Books) que visam se apossar de parceiros e conteúdo e excluir concorrentes, minando a competição”, diz ele. Como o próprio Heiner conclui, caberá à Comissão Europeia e organizações similares decidir a questão. Os advogados vão ter bastante trabalho.

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