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1.4.10

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

HP Slate usa Flash para enfrentar iPad

Slate: o computador-prancheta da HP deverá custar entre 2.500 e 3.000 reais no Brasil

Diferentemente do tablet da Apple, o Slate, baseado no Windows 7, vai rodar aplicativos criados com o Flash, da Adobe.

Em janeiro, esse equipamento foi exibido por Steve Ballmer durante a feira CES, em Las Vegas. A HP, em parceria com a Adobe, tem ressaltado o fato de o tablet, diferentemente do iPad, rodar aplicativos tanto dentro do navegador, por meio do Flash Player, como fora dele, usando o Adobe Air.

A HP começou a desenvolver seu tablet cinco anos atrás num laboratório em Bristol, na Inglaterra. Phil McKinney, vice-presidente responsável pelo grupo de sistemas pessoais da empresa conta que o objetivo inicial era criar um e-reader no estilo do Kindle. Mas as pessoas que manusearam os primeiros protótipos sentiram falta de mais funcionalidade. Assim, o e-reader foi ganhando novas funções até ficar mais parecido com um computador completo.

O resultado é o HP Slate, que deve chegar ao mercado americano na metade deste ano. No Brasil, a HP pretende começar a vendê-lo em outubro. Em fevereiro, eu conversei com Marisa Lumi Park, gerente de produto da HP Brasil, enquanto preparava a reportagem de capa da INFO de março, sobre o iPad. Ela me contou que o Slate deverá custar entre 2 500 e 3 000 reais no Brasil. Esse preço é próximo do valor estimado para o iPad mais completo, com 64 GB e conexão 3G.

Como roda Windows 7, o Slate poderá receber qualquer aplicativo criado para o PC. Mas isso não significa que todos esses aplicativos vão funcionar realmente bem, já que, com raras exceções, eles não foram projetados para uso com tela sensível ao toque. Esse é um problema que a Apple evitou ao adotar o sistema operacional do iPhone no iPad, em vez do Mac OS X. No tablet da maçã não entram aplicativos que não tenham sido concebidos para a interface por toque.

7.1.10

Microsoft e HP devem anunciar tablet

A Microsoft e a HP devem anunciar amanhã (quarta-feira) um computador tablet. A informação é de fontes próximas às empresas. Se o equipamento for confirmado, elas serão os maiores nomes no mercado nascente, mas potencialmente competitivo.

Ambas se unirão à Apple e outras empresas que demonstrarão novos tablets este ano, com o objetivo de preencher a lacuna de mercado entre laptops e smartphones.

O equipamento da Microsoft e da HP vai vir com funcionalidades multimídia e funções multitoque e deve ir às prateleiras em meados de 2010. Microsoft e HP não quiseram comentar.

Apesar dos tablets PCs de próximas gerações estarem em pouca evidência no mercado, o mundo da tecnologia aposta no seu potencial.

Nesta semana, durante a Consumer Electronics Show, em Las Vegas, a Qualcomm e a Nvidia também devem anunciar os chamados smartbooks baseados em seus respectivos chips. A Freescale já anunciou sua versão.

Mas a maior expectativa recai sobre a Apple, que deve anunciar seu tablet no dia 27 de janeiro, apesar da companhia não ter confirmado publicamente o fato.



HP anuncia primeiro netbook touchscreen

A HP vai lançar uma família de novos laptops e netbooks para fortalecer sua presença no mercado de computação pessoal.

A companhia revelou seu primeiro netbook com tecnologia touchscreen como parte de seus lançamentos na Consumer Electronics Show, que acontece esta semana em Las Vegas.

O rápido crescimento de netbooks segurou o mercado de PCs durante a crise econômica. Os PCs de baixo custo devem ocupar um quinto de todas as vendas de PCs este ano, de acordo com a consultoria DisplaySearch.

O Mini 5102, o primeiro netbook touchscreen da HP, tem tela de 10 polegadas, pesa 1,1 quilo e tem como público-alvo estudantes e profissionais.

Ele conta com software de reconhecimento facial, e processador Pineview, da Intel. Nos EUA, o computador vai custar US$ 399.

A HP também anunciou o Mini 210, por US$ 299, voltado a consumidores, e o Mini 2102, de US$ 329, para usuários corporativos.

Os netbooks de 10 polegadas vêm com o QuickWeb, software baseado em Linux que permite acesso à internet e arquivos em segundos sem ligar o computador.

A companhia vem promovendo fortemente a tecnologia touchscreen em suas linhas de PCs e está ampliando o alcance de seu laptop com esta tecnologia, o TouchSmart tm2, que tem uma tela que gira para ficar no modo tablet.

O equipamento de US$ 949 tem tela de 12 polegadas com tecnologia multitoque como a encontrada em smartphones e funciona com o dedo ou com a caneta stylus.

A HP ganhou espaço no mercado de PCs, apesar da crise econômica com um bom desempenho de PCs para usuários domésticos e corporativos./p>

A empresa entregou cerca de 16 milhões de unidades no período entre julho e setembro, de acordo com a consultoria ICS, 9,3% a mais do que no ano anterior.



20.11.09

4 micros tudo-em-um para matar a velha torre

Pensou que o desktop tinha morrido? Quebrou a cara. Eis que surge uma nova geração de computadores louca para tomar da torre um lugar na sua mesa.

Testamos quatro micros tudo-em-um a partir de 2.299 reais. Eles capricham no design, economizam espaço e não decepcionam quando o assunto é performance. Seu arsenal de recursos inclui conexão à internet por rede sem fio, placas de vídeo dedicadas e até interface touchscreen – com programas na medida para você comandar com o dedo.

Aplle IMac 20"

Inovadora desde a década passada, a linha Apple iMac evolui mantendo charme, bom acabamento e desempenho acima da média. Esse micro de 20 polegadas trabalha bem como media center, graças ao pacote de software multimídia do Mac OS X. Do minicontrole remoto até a facilidade para se conectar a redes Wi-Fi, tudo nele funciona direito e de forma intuitiva. O problema é só o preço: 4.461 reais é muita coisa para quem não tem leitor de Blu-ray e touchscreen.

Dell Studio One 19

Até hoje nenhum computador touchscreen nos convenceu de que essa tecnologia é indispensável nos micros de mesa. Mas o Dell Studio One 19 foi quem apresentou a melhor experiência de interface sensível ao toque. Sua tela de 18,5 polegadas, combinada com uma configuração respeitável, responde aos comandos com muita rapidez. Para completar o forte conjunto multimídia, o PC vem com leitor de Blu-ray e bons alto-falantes. Mas nada justifica o preço de 5.489 reais.


HP Pavilion MS210br

Desktop tudo-em-um não é mais um formato exclusivo para centrais multimídia caríssimas. E o HP Pavilion MS210br é o primeiro modelo desse tipo, de uma grande marca, a chegar ao Brasil por um preço razoável. Para custar 2.299 reais, ele abre mão de coisas como tela sensível ao toque, processador forte e placa de vídeo dedicada. Tem pinta de media center, mas é feito para quem deseja economizar espaço e ter desempenho para rodar, sem sufoco, o Windows 7 e aplicações de escritório.

Positivo Union Touch 2200

Mesmo que não tivesse tela sensível ao toque, o desktop Union Touch 2200, da Positivo, seria uma das melhores opções entre os micros tudo-em-um. Ele aceita uma série de comandos com os dedos suportados pelo Windows 7. Mas impressiona é pelo ótimo desempenho, proporcionado especialmente pelo chip gráfico NVIDIA Ion. Se não é lindo como um iMac, tem várias coisas que o modelo da Apple ignora, como tela full HD de 22 polegadas. Custa 3.799 reais.


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